Nossas Normas e Alguns Casos...

imagem de Editor

É hábito normas, regras, leis, estatutos, regulamentos e coisas do gênero não serem lidas (por brasileiros). E, por isso, não serem cumpridas! Nem tanto por má fé, sei bem, mas por falta de leitura e de conhecimento, exatamente por não terem lido o que deve ser condição primeira para quem vive em grupo, em sociedade... Ou em site como este, a nossa Página Literária!

Nosso site tem Normas. Normas que ocuparam bastante este Editor, quando da formulação. Normas que, mesmo não lidas (ou "absorvidas") precisam existir. E serem cumpridas. Este Editor, por mais chato que possa parecer, fará nossas Normas serem cumpridas... Como já está fazendo! E sem se preocupar com eventuais aborrecimentos que Usuários possam ter.


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Mostro agora alguns casos que, imagino, vocês não tenham tomado conhecimento:

Caso 1 - Ex-Usuário, dois dias depois de ter se registrado no site (e afirmado que leu e que concordava com nossas Normas), publicou meia dúzia de textos. Num deles, fazia defesa veemente sobre alguém do Poder Judiciário que, segundo ele, havia sido acusado de algo injustamente. Publicou também outro texto com nada menos do que 32 laudas... E sobre assunto também nada relacionado com Página Literária. Ora, nosso site tem produtos e objetivos claros. Não somos órgão de defesa do consumidor. Não somos tribunal. Não somos nada além do que está nas nossas Normas. A reação do ex-Usuário foi a de não querer compreender e não querer aceitar que estava errado. E, ato contínuo, pediu desligamento de Página Literária. Em casos assim, o desligamento é fulminante. Não iremos permitir nem 2 segundos de demora, de espera. Deligamento já, imediato! E, em alguns casos, sem retorno!

Caso 2 - Uma pessoa interessada no registro em Página Literária cumpriu todas as formalidades quando da inscrição, fornecendo nome que parece ser real; endereço do site pessoal correto (eu conferi) e outros dados. Quando do preenchimento do número do documento fiscal, mentiu. Publicou algo que não existe. Fui conferir e o número efetivamente não existe. Ora, por que, então, ela forneceu todos os outros dados supostamente corretos, mas não quis fornecer o número do documento fiscal? Nas conversas que estabeleci com a pessoa, reagiu muito sobre isso de fornecer o número solicitado (e exigido), chegando a afirmar que isso não é lícito. Ora, por que, então, chegou a se inscrever aqui? A pessoa foi além: dizendo que nossa empresa (sic) "aproveita-se dos Autores para ganhar dinheiro" e não paga nada a eles, Autores. Ter que ouvir essas sandices não é o pior. O pior é saber que há pessoas que, sem qualquer informação, ainda pensam e falam essas sandices. E falam, depois de serem desmascaradas, depois que a tentativa de pressão, de ofensa, enfim, a desfaçatez não funcionou! Se não houvesse pessoas assim as sandices não precisariam ser ouvidas... Porque sequer seriam ditas, não é mesmo?

Caso 3 - Certo Usuário publicou texto muito bom sobre algo também muito interessante. Eu cheguei a dizer isso ao certo Usuário. Ocorre que o texto dele estava em 6 laudas. Tudo indica ele precisou escrever (e escreveu muito bem) em 6 laudas, tudo bem! Mas nosso site tem Norma sobre o assunto. E a Norma não permite mais do que x laudas por publicação (veja lá quantas, por favor). O certo Usuário foi avisado por duas vezes para rever o texto, resumi-lo, publicá-lo em duas etapas ou o que desejasse fazer. Nada fez. Não restou outra alternativa a este Editor a não ser retirar o texto dele... Mesmo lamentando, pois o certo Usuário tem redação muito boa! Ele, então, preferiu o silêncio e nunca mais publicou nada!

Caso 4 - Alguém que já não está mais em Página Literária chegou e publicou alguns textos. Num deles, falava em algo muito interessante, se bem que não citando fontes, mas referindo-se a alguém que nada, absolutamente nada tem a ver com os propósitos de Página Literária. A pessoa abordada era uma atriz, atriz americana, que eu admiro muito, como atriz. Só que isso não será suficiente para me sensiblizar e permitir a manutenção do texto. Apresentei todos os argumentos a Alguém que já não está mais em Página Literária (o que nem precisaria, porque as Normas falam sobre o que eu precisei repetir). A reação não foi boa! Nada do que falei foi aceito! Nesse momento, Alguém que já não está mais em Página Literária chegou a afirmar que aquele mesmo texto foi publicado alhures e recebeu muitos elogios. E eu ainda perco tempo atendendo situações assim e tendo que ouvir bobagens. Mas... É o papel de um Editor, sei bem!

Caso 5 - Como eu acredito que nem tudo está perdido, cito o caso da Usuária Exemplar. Alguém que me acompanha em Página Literária desde a versão anterior. Alguém que publica com regularidade e, quando não o faz com regularidade, está sempre presente, cometando, opinando, incentivando. Alguém que, confesso, é uma das responsáveis por eu ainda estar administrando e tocando este site. Essa Usuária Exemplar, uma única vez... Uma "vez-zinha" só publicou algo que não estava nas Normas. Foi avisada e o que ela fez? Sublimou? Justificou que somos uma empresa que rouba os Autores? Disse que ela é respeitada em todos os lugares por onde passa? Tentou me pegar lá fora, na hora da saída? Não, nada disso... Ela simplesmente entendeu que, de fato, o texto dela não estava "nos conforme", embora o assunto seja palpitante e a escrita dela, emocionante. Essa Usuária Exemplar que ainda está conosco, que bom, publicou vários outros trablhos depois do episódio e, admirem-se, é alguém que eu jamais vi (pessoalmente) na vida. Não é interessante?

Caso 6 - Em outro site nosso, virafoto.com, um Usuário publicou - em menos de 10 minutos - exatas 16 fotos. Dezesseis, quando o máximo que publicam lá, dentro do princípio da sensatez e de uma só tacada, é 3. Sim, porque lá em virafoto.com como cá, em paginaliteraria.com, o site não é exclusivo. É de todos! Ora, publicar 16 fotos ocupa quase três páginas. Isso parece exclusividade, o que não oferecemos. Não está nas Normas que não podemos publicar tantos trabalhos, tanto lá quanto cá... De fato, não está nas Normas, mas entendo que está no bom senso. Deve estar no bom senso de cada um e é onde eu gostaria que continuasse. Por nas Normas é tão fácil quanto roubar doce de criança... Mas eu prefiro que não esteja nas Normas e sim no bom senso de cada um. Está bem assim?

Aqui está quantidade enorme de texto (será que ultrapassei as x laudas permitadas?). Se sim, alguém me chame a atenção, por favor. Chame a minha atenção e me alerte... Sem esquecer, contudo, que tudo o que agora escrevi não precisaria ter feito se todos lessem as Normas. Se lessem, se cumprissem, se entendessem quando não cumprem (e textos são retirados) e se ficassem alguns minutos no papel deste Editor.

O que acham?

O Editor.

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imagem de Adrifil

Apercebemo-nos de alguns dos casos que você refere, de outros não. Ninguém deveria inscrever-se em lado nenhum sem ler primeiro as normas mas, para nós, mais grave do que não lerem nem saberem as normas da Página Literária é a forma como reagem quando são chamados à atenção para o facto dos textos que publicaram não estarem de acordo com as normas.
Mas dos casos que você aqui apresentou o que mais nos espantou foi, sem dúvida, o do número do documento fiscal falso e da acusação de que você "aproveita-se dos Autores para ganhar dinheiro".
Primeiro, há o facto dessa pessoa ter tido a desfaçatez de dar um número fiscal falso, julgando certamente que você não iria verificá-lo. Que coisa mais ridícula! Depois, como é possível alguém ter o desplante de fazer a acusação que essa pessoa fez? E baseada em quê?
É uma acusação grave e não há desculpa para esse tipo de atitude.
Obrigado por estar sempre atento.

 
imagem de EX-USUÁRIO-09JUL2010

Prezado editor HMoura,
Realmente não é fácil, parece ser "norma" da maioria de nós, brasileiros, não seguir as normas de forma estrita.
De minha parte, confesso ter falhado um pouco, e peço desculpas.
(Para não me alongar nesta mensagem, segue e-mail com algumas outras linhas).
Abraço!

 
imagem de Elmira Mattos

Caro editor, sua paciência é mesmo impressionante... Se as pessoas que descumpriram as normas se dessem conta do trabalho que dão a você, ai, ai, ai...
E o senhor está certo!
Abraços,

 
imagem de Cristina de Matos

Sempre atento, sempre amável.

Concordo com tudo o que disse.
Às vezes, até podemos "pisar o risco" por nos esquecermos das normas...errar é humano, mas nunca devemos questionar quando nos dizem "você errou, não cumpriu com as normas, repare o erro.
Aconteceu comigo em Virafoto. Coloquei uma foto esquecendo que naquela galeria não cabiam animais de estimação. Recebi um mail nesse sentido e fiz aquilo que deveria ser feito. Retirei a foto de imediato. Sem questionar. Éassim que deve ser.

Vamos todos tentar estar mais atentos e ler as normas de vez em quando, para não "pisarmos o risco" e dar descanso ao Editor.

Cumprimentos a todos

 
imagem de EX-USUÁRIO-04JUL2010

Eu poderia dizer cem palavras...
Fiquei sem palavras!!!

Apoiado, como sempre, caro editor.

Eu, que pequei uma vez no número de laudas,
estou de joelhos.

Abraço aqui de Cascavel.

 
imagem de Astros

Alertado pelo mail,já li.
Mas já,desde há tempos,vinha reparando e ficando surpreendido.

Admiro tanta paciência. E tendo entrado apenas como visitante ou comentarista pois não me acho com veia de escritor,fui reparando que apareceram,como "cometas" ,a proceder como antes nunca tinha visto ninguém fazer e a fazer o que não entendia que estivesse nas normas.

Acho que ninguém vai conduzir pela direita,num país onde o trânsito segue pela esquerda!As regras estão bem explícítas e este seu texto claríssimo,servindo de alerta a quem se "esquecer" de as ter em conta!

Por mim,tomei conhecimento.